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Ministério de Homens da IBF

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segunda-feira, 29 de março de 2010

Máximus e a sua religião

No filme "Gladiador", temos várias lições para a nossa vida como homens que querem fazer a diferença neste mundo caótico. No entanto, gostaria de ressaltar um aspecto do filme que muitas vezes não é comentado. Maximus é um herói romano extremamente religioso. Ele dedica as suas vitórias aos seus deuses ancestrais. Há uma cena que ele antes de enfrentar uma batalha decisiva beija seus ídolos, pedindo a benção para sua vitória.

Precisamos observar esta religiosidade em Maximus e reconhecer que realmente ele levava a sério a sua crença no paganismo. A sua devoção aparece em todo o filme. E esta crença está principalmente vinculada à vida de entrega a Roma e a seus deuses. Maximus tinha concepção de que a vida vivida pela coragem, honra e obediência ao imperador daria a ele um bom futuro. Maximus vive a decepção dessa crença, pois ela está fundamentada em grande parte no homem, ou seja, no Imperador e na estrutura militar, política e religiosa do império concebida para a manipulação do exército romano.

Quando percebe que o sistema político romano está corrompido se lança em uma escalada de ódio e vingança para com aqueles que lhe infrigiram tais males. Começa a caminhar baseado em seus próprios conceitos e passa a viver uma religião baseada em si mesmo. Um homem que antes era fiel a princípios e valores, passa a ser assediado para cumprir a vontade de outros (senadores e a filha de Marcus Aurélio).

A história de Maximus nos descortina algumas possibilidades de reflexão, pois muitos homens quando se decepcionam em sua vida profissional, no casamento, na igreja, procuram viver a sua própria religião baseada em principalmente em valores mesquinhos e egoístas, procurando resolver os seus problemas com suas próprias mãos. Maximus de um heróis passa a um assassino. Na atualidade, alguns homens de Deus, passam a meninos, crianças arrastadas por todo tipo de ideologia humana, como diz o texto bíblico: ".....levados de um lado para outro como vento de doutrina..." (Ef. 4:14)

Quantas vezes, pelos revezes da vida e pelo fato de não estarmos firmes o suficiente nas palavras de Cristo, somos arrastados pelas forças da correnteza (Mt 7:24-27), muitos começam a viver uma religião particular abandonando a comnidade da fé e subvertendo seus valores. Haja o que houver precisamos nos apegar a Cristo e permanecermos fiéis aos seus mandamentos, por isso, verdadeiramente é a honra do Cristo, amar a Cristo em todas as circunstâncias.



Pr. Edimilton de Carvalho Pontes
Presidente do Ministério de Ensino da IBF

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